Como forma de aumentar a Genki Dama para o lançamento de Dragon Ball: Sparking! ZERO, a Bandai Namco convidou o NerdBunker para testar o jogo em um pequeno escritório da empresa na Cidade do México. E ouvir dos produtores que o título terá 182 personagens jogáveis na apresentação antes do teste mostrou que algo especial está a caminho para os fãs.
Ao todo, pudemos jogar cerca de duas horas de Sparking! ZERO, numa estação na frente de um enorme pôster do Goku e várias figures de personagens da saga.
A primeira hora foi focada em partidas rápidas, que são batalhas personalizáveis (ou pré-definidas), seja para treinar ou duelar com amigos. Há muitas opções para customizar cada luta, desde a escolha dos personagens e cenários até a frase que aparece antes do início da pancadaria e a música tema. Além de configurações específicas para o gameplay, como ajustar a velocidade de recuperação de vida e Ki, ou conceder vantagens e desvantagens aos lutadores.
Nas partidas rápidas, jogamos apenas contra inimigos controlados por inteligência artificial no modo "Normal", e podemos dizer que suamos um pouco! O balanceamento está afiado, e é preciso pensar e ser estratégico durante as lutas para sair vitorioso.
Isso porque o maior diferencial de Sparking! ZERO é a barra de Sparking, que precisa ser “carregada” no meio da pancadaria para ativar o modo mais poderoso do lutador, causando dano extra e a possibilidade de ativar a habilidade suprema. Para carregá-la, no entanto, o jogador não pode tomar nenhum dano — então é essencial saber a hora certa para distrair o adversário e conseguir “carregar” o Ki.

Os comandos básicos são os mesmos para os lutadores, consistindo em voar em diferentes direções, fazer investidas rápidas na direção do adversário e se esquivar no momento certo.
É preciso de poucos combos de botões para fazer tudo isso, o que torna a jogabilidade fácil de ser aprendida, mas difícil de ser dominada — afinal, além de memorizar os comandos, também é preciso ser estratégico com posicionamento e movimentação pelo cenário.
Visual do jogo é destaque
Outro detalhe é que os personagens de Dragon Ball: Sparking! ZERO se diferem entre si principalmente em aparência (o que afeta o “hit-box”), habilidades únicas e, é claro, estilo! Isso nos leva a outro pilar de Sparking! ZERO: a mistura de estilo e caos. A soma dos comandos de voo e do modo “Sparking” levam a lutas bem dinâmicas, que parecem ter saído diretamente dos episódios mais frenéticos dos animes de Dragon Ball.

A hora final do teste foi focada em Batalhas de Episódio, que compõem o “modo história” de Sparking! ZERO. Pudemos dar uma espiada nos episódios de Goku, Freeza e Goku Black — que recriam as histórias dos personagens, com cenas idênticas aos dos animes e momentos originais.
Esse modo é um mergulho de cabeça no universo criado por Akira Toriyama, com uma forte sensação de nostalgia e lutas que ficam cada vez mais desafiadoras ao progredir. Cada episódio narra o arco do personagem escolhido, com cutscenes e imagens cortadas, mas sem perder o foco no gameplay.
Maior jogo de Dragon Ball até hoje?
Nossas duas horas com Dragon Ball: Sparking! ZERO passaram mais rápido do que um soco do Vegeta — e deixaram um belo gostinho de “queremos mais”.
Seja pelo imenso elenco de personagens jogáveis, forte sentimento nostálgico ou jogabilidade viciante, a sensação que tivemos ao fim do teste foi a mesma da apresentação no início: algo especial está a caminho para os fãs.
Dragon Ball: Sparking! Zero será lançado no dia 11 de outubro para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC.
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