Detetive Pikachu estreia no Brasil com 90% das salas exibindo o filme dublado

Pikachu foi dublado por Phillipe Maia, que também emprestou sua voz para Ryan Reynolds em Lanterna Verde

João Abbade Publicado por João Abbade
Detetive Pikachu estreia no Brasil com 90% das salas exibindo o filme dublado

Apesar de ter o astro Ryan Reynolds como destaque nos trailers e cartazes, será difícil ouvir a voz do ator canadense nas sessões brasileiras de Detetive PikachuUma estimativa da Warner Bros. mostra que das 919 salas em que o longa será exibido, apenas 10% das sessões serão legendadas, com a voz de Reynolds.

A estratégia não foi detalhada pela empresa, mas o destaque para sessões dubladas normalmente mostra um foco no publico infantil, se distanciando de outros longas em cartaz para publico jovem adulto, como Vingadores: Ultimato e Maldição de Chorana.

Aqueles que forem ver as cópias dubladas de Detetive Pikachu vão ouvir a voz de Phillipe Maia como o monstrinho amarelo. O ator já tem uma relação antiga com Reynolds; ele dublou o Lanterna Verde em 2011, o que traz experiência para adaptar o estilo de humor do canadense. Além do Pikachu, Maia também já emprestou sua voz para Sam Winchester, de Supernatural; Newt Scamander, de Animais Fantásticos; e até mesmo o Chris de Todo Mundo Odeia o Chris.

Pokémon: Detetive Pikachu sai um pouco dos moldes das histórias tradicionais de Pokémon e aqui a criatura elétrica incorpora um detetive, fala frases completas, toma café e até veste o chapéu do Sherlock Holmes.

O longa será protagonizado por Ryan Reynolds como a voz do Pikachu, e o elenco também conta com Ken Watanabe, Justice Smith, Kathryn Newton, Bill Nighy e Chris Geere interpretando personagens de carne e osso.

Rob Letterman, que dirigiu Goosebumps: Monstros e Arrepios e As Viagens de Gulliver, comandará a adaptação do jogo de 3DS para a telonas. Já o roteiro vai ficar por conta de Nicole Perlman (Guardiões da Galáxia), e Alex Hirsch (Gravity Falls: Um Verão de Mistérios).

Pokémon: Detetive Pikachu estreia em 9 de maio de 2019 (conhecido como HOJE), no Brasil. Confira nossa crítica!