WhatsApp pode processar usuários que disparam mensagens em massa

Novas regras entram em vigor a partir de dezembro

Marina Val Publicado por Marina Val
WhatsApp pode processar usuários que disparam mensagens em massa

Com a disseminação cada vez mais frequente de promoções enganosas, golpes e notícias falsas no WhatsApp, o serviço de mensagens afirmou que vai passar a tomar medidas legais contra pessoas que abusem do envio de mensagens em massa e tentem burlar o sistema de aprendizado de máquina.

A partir de 7 de dezembro, o serviço alerta de vai usar todos os recursos à sua disposição para impedir tais práticas, incluindo processos.

Confira um trecho do comunicado que foi publicado no site oficial do WhatsApp:

O WhatsApp está comprometido a utilizar todos os recursos à disposição dele, incluindo processar, se necessário for, para evitar abusos contra nossos Termos de serviço, como o envio de mensagens em massa ou utilização comercial. É por isso que, além das iniciativas tecnológicas, utilizamos uma abordagem jurídica contra indivíduos ou empresas que ligamos a evidências dentro da plataforma WhatsApp de abusos contra ela. O WhatsApp se reserva ao direito de continuar a tomar as medidas jurídicas cabíveis nesses casos.

Além disso, a partir de 7 de dezembro de 2019, o WhatsApp tomará medidas legais contra quem auxiliar a terceiros a violarem nossos Termos de serviços com práticas abusivas, como envio de mensagens em massa ou automatizadas, ou com a utilização comercial, mesmo que essas informações sejam disponibilizadas para nós fora da plataforma. As informações fora da plataforma, por exemplo, incluem declarações de empresas sobre a habilidade em utilizar o WhatsApp de forma que viola nossos Termos de Serviço. Este texto serve como aviso de que tomaremos medidas jurídicas contra as empresas que abusarem da nossa plataforma se tivermos evidências fora dela desses abusos se eles continuarem após 7 de dezembro de 2019, ou antes dessa data se essas empresas estiverem ligadas a evidências dentro da plataforma que evidenciem tais práticas.