Ni no Kuni II: Revenant Kingdom | Primeiras impressões

Passamos uma tarde no mundo mágico de Ni no Kuni II

Priscila Ganiko Publicado por Priscila Ganiko
Ni no Kuni II: Revenant Kingdom | Primeiras impressões

Um rei sem reino, aliados carismáticos, um golpe de estado feito por ratos — literalmente. O universo de Ni no Kuni II: Revenant Kingdom é cheio de detalhes cativantes e explorá-lo é uma experiência quase mágica.

Assim como o primeiro jogo da série, o visual remete ao utilizado nas animações do Studio Ghibli, responsável por filmes como Meu Vizinho Totoro, A Viagem de Chihiro e O Castelo Animado. Os jogadores que já tiverem assistido algum dos filmes certamente vão identificar o estilo marcante de Hayao Miyazaki, e, no meu caso, a estética serviu para me dar conforto e uma certa sensação de nostalgia, ainda que fosse a primeira vez que eu estivesse naquele mundo.

Apesar de não ter me aprofundado na história por ser apenas uma prévia, as partes jogadas apresentaram pontos bem emocionais, com belas cutscenes e a promessa de uma narrativa interessante sobre superação e amizade, assim como a construção de um reino baseado nesses pilares.

Encontrei duas maneiras de atravessar uma região: em áreas mais abertas, você comanda o seu grupo de personagens em versões chibi e os grupos de inimigos são representados por apenas um monstro no mapa. Esse modo é utilizado para fazer viagens mais longas. Na outra forma de explorar, os personagens estão na escala normal — e os inimigos também! Os grupos de monstros são bem mais numerosos, e é possível ver cada um deles. Também é possível interagir com objetos específicos espalhados pelo cenário, utilizando-os para progredir e alcançar lugares novos. Além disso, alguns pontos de teletransporte podem ser ativados para ativar a tão querida “viagem rápida”, excelente para ir de um lado para outro do continente em apenas um loading.

Rei Evan Pettiwhisker Tildrum, Roland e os Higgledies

As lutas do jogo são um pouco confusas num primeiro momento — gerenciar o grupo, as magias e ainda conseguir a ajuda dos pequenos higgledies dá um pouco de trabalho, mas com o tempo o jogador se acostuma e consegue executar os comandos de maneira mais fluida. Tirar o melhor proveito dos poderes dos higgledies pode ser um desafio, pois a janela de ativação não é muito grande e pode acabar antes do jogador conseguir encontrá-los.

Durante a prévia, conheci alguns personagens bem peculiares, como um pug ricaço, um pássaro que gosta de cobrar dívidas (aos berros), uma velhinha que cuida de higgledies e um ancião que mora numa árvore e parece muito com um Mestre Jedi pequeno e verde.

Apesar de estar nesse universo por apenas algumas horas, as situações vividas e personagens encontrados certamente fizeram que a experiência tenha sido memorável e despertou minha curiosidade sobre o desenvolvimento da trama — e do reino de Evan Pettiwhisker.


Ni no Kuni II: Revenant Kingdom tem o lançamento marcado para 23 de março de 2018 para PlayStation 4 e PC.

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